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quarta-feira, janeiro 14, 2015

Por que Leite não faz bem para o corpo. Diz novo estudo.




O leite parece estar fazendo o caminho contrario nos estágios de conhecimento, especialmente nos últimos anos. Como vários outros exemplos, aquilo que nós pensamos ser saudável para nosso consumo está se revelando ser exatamente o contrário.

Um grande estudo de pesquisadores da Universidade de Uppsala, na Suécia, descobriram que beber leite aumenta a taxa de mortalidade e na verdade deixa os ossos mais sucessíveis a fraturas, e não o contrário.

O estudo foi publicado recentemente no renomado Jornal Médico Britânico, e foi conduzido especialmente para examinar se o alto consumo de leite está associado com mortalidade e fraturas tanto em homens quanto mulheres.

O estudo aconteceu em três municípios na Dinamarca, e foram usados dados de dois grandes grupos suecos, um com 61.433 mulheres entre aproximadamente 39 e 74 anos e um com 45.339 homens entre aproximadamente 45 e 79 anos. Todos eles receberam questionários de frequência alimentar. Esse estudo usou “modelos multivariáveis de sobrevivência” que foram “aplicados para determinar a associação entre consumo de leite e tempo para mortalidade e fraturas.”

Os resultados foram os seguintes:

“Durante um acompanhamento médio de 20,1 anos, 15.541 mulheres morreram e 17.252 tiveram uma fratura, das quais 4.259 tiveram uma fratura no quadril. No grupo masculino com um acompanhamento médio de 11.2 anos, 10.112 homens morreram e 5.066 tiveram uma fratura, com 1.166 casos de fratura no quadril. Nas mulheres, a taxa de risco de mortalidade ajustada para três ou mais copos de leite comparados com menos de um copo por dia foi de 1.93 (95% intervalo de confiança 1.80 para 2.06). Para cada copo de leite, a taxa de risco de mortalidade por qualquer causa foi de 1.15 (1.13 até 1.17) em mulheres e 1.03 (1.01 até 1.04) em homens. Para cada copo de leite, nas mulheres não foi observada nenhuma redução no risco de fratura com mais consumo de leite para qualquer fratura (1.02, 1.00 até 1.04) ou para fratura do quadril (1.09, 1.05 até 1.13). As taxas ajustadas de risco de mortalidade em homens foram de 1.01 (0.99 até 1.03) e 1.03 (0.99 até 1.07). Em sub-amostras de dois grupos adicionais, um em homens e outro em mulheres, uma associação positiva foi vista entre consumo de leite e tanto urina 8-isso-PGF2a (um biomarcador de estresse oxidativo) e soro interleucina 6 (um importante marcador inflamatório).” (1)

O estudo concluiu que o consumo de leite estava associado com maior mortalidade em um grupo de mulheres e em outro grupo de homens, e com maior incidência de fraturas em mulheres. Ele também concluiu que:

“Dados os desenhos de estudos observacionais com a possibilidade inerente de confusão residual e fenômeno de causação reversa, uma cautelosa interpretação dos resultados é recomendada.” (1)

Esse não é o único estudo que sugere que leite não é bom para nosso corpo

Em um documento publicado no Jornal da Associação Americana de Pediatria, o pediatra de Harvard, David Ludwig enfatiza que a taxa de fratura de ossos tende a ser mais baixa em países que não consomem leite. Comparado com aqueles que consomem, nota-se também que existem outras fontes de cálcio. (fonte)

Outro estudo publicado no Jornal Americano de Saúde Pública mostrou que o consumo de laticínios na verdade pode aumentar o risco de fraturas em 50%.

Estudos também mostraram que o cálcio não é tão fortalecedor para os ossos como pensávamos. Diversos estudos sobre suplementação de cálcio não demonstraram nenhum benefício em reduzir o risco de fratura de osso. Na verdade, vitamina D parece ser mais eficiente em relação à redução de risco de fratura de osso. (3)

Estudos também mostraram que laticínios podem aumentar o risco de homens desenvolverem câncer de próstata em 30-50%. (4)

A lista continua.

Também é interessante notar que aproximadamente 65 a 75% da população humana no nosso planeta tem uma habilidade reduzida para digerir lactose após a infância (5)(6) Em alguns países, mais de 90% da população adulta é intolerante à lactose, pense sobre isso um momento.

Intolerância a lactose é uma habilidade debilitada de digerir lactose, um açúcar encontrado no leite e em outros laticínios. A lactose normalmente é quebrada por uma enzima chamada lactase, que é produzida pelas células na mucosa do intestino delgado.

Mantenha em mente que o leite que temos tanto problema em digerir é leite de vaca, não de nossas mães naturais. Na verdade, somos a única espécie na Terra que consome o leite de outro animal.

Já que a única função da lactase é a digestão da lactose no leite, a maioria das espécies de mamíferos tem uma redução dramática na atividade dessa enzima após desmamar. A persistência da lactase em humanos evoluiu como uma adaptação ao consumo de leite não-humano e laticínios consumidos além da nossa infância. Nossa dieta mudou bastante, e o resultado isso é que nossos genes se adaptaram, mas não é um processo fácil. Isso é o porquê de a maioria dos humanos serem intolerantes a lactose.

Todas outras espécies desmamam e depois nunca mais bebem leite pelo resto de suas vidas, e por causa disso elas não possuem uma enzima para quebrar o açúcar no leite. Mas durante a evolução humana, alguns humanos tiveram uma mutação no gene LTC, o gene da lactose, essas mutações nos permitiram processar lactose mesmo adultos. Com aproximadamente 65-75% dos humanos no planeta incapazes de processá-la, está evidente que nós não estamos fazendo o que é natural e de acordo com nossos corpos.

Abaixo segue um vídeo de Katherine S. Pollard, uma PhD da Universidade da Califórnia, em São Francisco, detalhando mais sobre o parágrafo acima.

Leite / Laticínios não são a única fonte de cálcio

Essa lista é extremamente longa, aqui está uma pequena lista de fontes veganos e sem laticínios de cálcio, muitas das quais oferecem uma fonte mais saudável e até mais cálcio. É importante pesquisar, existem tantos alimentos por aí que contém uma fonte saudável e abundante de cálcio.

  • Couve: um copo de couve crua é carregado de cálcio, aproximadamente 90mg para ser exato. Isso significa que 3,5 copos de salada de couve oferecem mais cálcio do que um copo de leite
  • Laranjas: uma laranja naval contém aproximadamente 60mg de cálcio
  • Feijão
  • Ervilhas verdes
  • Grão de bico
  • Quinua
  • Sementes



Com as informações Coletive Evolution

11 alimentos de origem vegetal mais ricos em proteínas


Alimentos de origem animal, como carne, leite, ovos, são fontes de proteínas, substância essencial para o funcionamento estrutural do organismo. Mas eles não são os únicos. As proteínas também podem ser encontradas em muitos vegetais. A nutricionista especialista em alimentação vegetariana Ana Ceregatti listou os onze alimentos de origem vegetal mais rico em proteínas que não podem faltar na dieta de quem é vegano vegetariano.

Pistache usado geralmente em pratos doces e saladas. A cada 100 gramas do alimento, 20,9 correspondem a proteínas. No entanto, que ele não pode ser usado como principal fonte do nutriente, pois é muito rico.


Amêndoas, são capazes de prevenir doenças cardiovasculares e contribuir para a saúde dos ossos. Em 100 gramas do alimento, 21 correspondem a proteínas. Assim como o pistache, é preciso consumí-las com moderação por serem ricas em gordura.

Castanha de caju. Em 100 gramas do alimento, 15,3 correspondem a proteínas. Além de ser importante fonte do nutriente, a castanha de caju também possui substâncias que regulam as taxas de colesterol e é boa para o fortalecimento do sistema imunológico, entre outros benefícios. É preciso consumí-la com moderação por ser rica em gordura.


Quinua, cuja planta, originária da Bolívia, Colômbia, Peru e Chile, é bastante consumida pelos povos andinos. Em 100 gramas do alimento, 14 correspondem a proteínas

Flocos, Em 100 gramas do alimento, 13,9 correspondem a proteínas. Além de ser importante fonte do nutriente, a aveia crua em flocos melhora a digestão, ajuda a reduzir o colesterol ruim, entre outros benefícios. Ela pode ser consumida em vitaminas, panquecas, saladas

Lentilha, Em 100 gramas do alimento, nove correspondem a proteínas. A recomendação que ela seja servida cozida. O alimento é da família das leguminosas, conhecidas por serem importante fonte de proteínas. Para ter uma ideia, uma concha de qualquer leguminosa corresponde, em proteínas, a 100 gramas de carne.


Grão-de-bico, Em 100 gramas do alimento, 8,8 correspondem a proteínas. O alimento é da família das leguminosas, conhecidas por serem importante fonte de proteínas. Para ter uma ideia, uma concha de qualquer leguminosa corresponde, em proteínas, a 100 gramas de carne

Tofu firme, Em 100 gramas do alimento, 8,2 correspondem a proteínas. O tofu é produzido a partir da soja, que como as demais leguminosas é importante fonte do nutriente. No entanto, o consumo da soja processada, ou seja, em forma de tofu, já que a leguminosa é rica também em fitato, substância que atrapalha a absorção de nutrientes pelo organismo

Feijão fradinho, também conhecido como feijão-de-corda em algumas regiões. Em 100 gramas do alimento, 8,2 correspondem a proteínas. O alimento é da família das leguminosas, conhecidas por serem importante fontes de proteínas. Para ter uma ideia, uma concha de qualquer leguminosa corresponde, em proteínas, a 100 gramas de carne.

Feijão carioca, Em 100 gramas do alimento, 4,8 correspondem a proteínas. O alimento é da família das leguminosas, conhecidas por serem importante fontes de proteínas. Para ter uma ideia, uma concha de qualquer leguminosa corresponde, em proteínas, a 100 gramas de carne Feijão preto, Em 100 gramas do alimento, 4,5 correspondem a proteínas. O alimento é da família das leguminosas, conhecidas por serem importante fontes de proteínas. Para ter uma ideia, uma concha de qualquer leguminosa corresponde, em proteínas, a 100 gramas de carne.

Fonte: Uol


sexta-feira, janeiro 09, 2015

Dica Culinária - Legumes a moda Chinesa

INGREDIENTES

Para os legumes:
  • 1 cenoura grande laminada
  • 4 floretes de brócolis
  • 4 floretes de couve-flor
  • 1/2 pimentão vermelho cortado em tiras finas
  • 1 cebola cortada em 4
  • 150 g de broto de bambu laminado
  • 3 dentes de alho laminados
  • 2 colheres (sopa) de óleo de gergelim
Para o molho:
  • 180 ml de água
  • 1 colher (sopa) de maisena
  • 1 colher (café) de açúcar
  • 4 colheres (sopa) de shoyu
  • 1 pitada de sal
MODO DE PREPARO
  • Numa Panela wok coloque o óleo, os alhos laminados e deixe começar a estalar. Junte o brócolis, a couve-flor, a cenoura e o pimentão, salteie por 2 minutos e junte a cebola e o broto de bambu. Mexa e deixe refogar por uns 10 minutos.
  • Num copo, junte os ingredientes do molho e mexa até que a maisena esteja bem diluída. Acrescente este molho na wok, em fogo baixo e mexa até que o molho comece a engrossar. Envolva tudo e sirva em seguida.

quinta-feira, janeiro 08, 2015

Dica Culinária - Arroz Carreteiro de Legumes vegana

INGREDIENTES
  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 1 cebola picada
  • 1 dente de alho picado
  • 1/2 xícara de abóbora em cubos pequenos
  • 1/2 abobrinha em cubos pequenos
  • 1/2 pimentão amarelo em cubos pequenos
  • 1 1/2 xícara de brócolis cortado em floretes pequenos
  • 1 colher (sopa) de mostarda
  • 1 colher (chá) de sal
  • 1 colher (chá) de orégano
  • 1 pitada de pimenta-do-reino preta moída
  • 2 xícaras de arroz integral (Opcional)
  • 4 xícaras de água fervente
MODO DE PREPARO

Em uma panela, aqueça o azeite e refogue a cebola e o alho. Deixe dourar um pouco em seguida acrescente os legumes, a mostarda, o sal, o orégano e a pimenta. Mantenha os legumes refogando por 5 minutos até começarem a amolecer. Adicione o arroz e a água, misture bem e abaixe o fogo. Tampe a panela e deixe cozinhar até a água secar (aproximadamente 20 minutos). Sirva em seguida.