quinta-feira, abril 30, 2015

Estudo mostra que construir ciclovias gera 47% mais empregos que criar viário para carros

Foto Willian Cruz
Um estudo conduzido por especialistas do Instituto de Pesquisa em Economia Política (PERI, sigla em inglês), da Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos, analisou a relação entre construção de novos projetos viários e a geração de novas posições de trabalho. Os pesquisadores concluíram que criar novas ciclovias gera mais empregos do que qualquer outro tipo de estrutura viária nas cidades.

Por mais de meio século, governar um estado, um país, sempre foi sinônimo de empreender grandes obras com vias para carros. Hoje, com novos estudos e alterações profundas na economia mundial, a tendência é haver uma mudança de paradigma nessa lógica. Os pesquisadores do PERI compararam 58 projetos viários em 11 cidades americanas. A descoberta foi que o maior índice de novos empregos está nas regiões onde ciclovias foram construídas: em média, foram gerados 6 empregos diretos por milhão gasto na obra, mais 2,4 empregos indiretos e 3 induzidos, somando 11,4 novas colocações no mercado de trabalho. Em regiões onde as vias são exclusivas para carros, o índice é bem inferior: 7,75. Nas áreas exclusivas para pedestres, o total de empregos gerados por milhão gasto também é maior: 9,9.

A razão de tudo isso é bem simples: além de a construção de vias para carros ser bem mais complexa e custosa, valorizar o pedestre e o ciclista é mais vantajoso porque são indivíduos que se locomovem com mais facilidade e com mais liberdade de parar em um estabelecimento comercial. Logo, o fluxo de consumidores na região se torna muito maior, aquecendo o comércio local.

Atualmente, os Estados Unidos passam por três duras realidades: alta taxa de desemprego, uso insustentável de energia à base de carbono e uma epidemia nacional de obesidade. Todos esses problemas podem ser parcialmente resolvidos através do aumento das caminhadas e do ciclismo.

Por isso, incluir os pedestres e os ciclistas no planejamento urbano e de transporte das cidades é extremamente vantajoso e deveria ser uma prioridade para os envolvidos em projetos de infraestrutura, não só pela questão da melhoria mobilidade urbana e segurança, mas também pela promoção da saúde e qualidade de vida da população, além da criação de empregos locais e redução do uso de combustíveis fósseis.

O estudo, em inglês, pode ser baixado aqui.

Aprovado projeto que dispensa símbolo da transgenia em rótulos de produtos


O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (28) o Projeto de Lei 4148/08, do deputado Luis Carlos Heinze (PP-RS), que acaba com a exigência do símbolo da transgenia nos rótulos dos produtos com organismos geneticamente modificados (OGM), como óleo de soja, fubá e outros produtos derivados.

A matéria, aprovada com 320 votos a 135, na forma de uma emenda do deputado Valdir Colatto (PMDB-SC), deve ser votada ainda pelo Senado.

O texto disciplina as informações que devem constar nas embalagens para informar sobre a presença de ingredientes transgênicos nos alimentos. Na prática, o projeto revoga o Decreto 4.680/03, que já regulamenta o assunto.

Heinze afirmou que a mudança do projeto não omite a informação sobre a existência de produtos transgênicos. “Acho que o Brasil pode adotar a legislação como outros países do mundo. O transgênico é um produto seguro”, afirmou. Segundo ele, não existe informação sobre transgênicos nas regras de rotulagem estabelecidas no Mercosul, na Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e na Organização das Nações Unidas (ONU).

De acordo com o texto aprovado, nos rótulos de embalagens para consumo final de alimentos e ingredientes alimentares destinados ao consumo humano ou animal deverá ser informada ao consumidor a presença de elementos transgênicos em índice superior a 1% de sua composição final, se detectada em análise específica.

A redação do projeto deixa de lado a necessidade, imposta pelo decreto, de o consumidor ser informado sobre a espécie doadora do gene no local reservado para a identificação dos ingredientes.

A informação escrita sobre a presença de transgênicos deverá atender ao tamanho mínimo da letra definido no Regulamento Técnico de Rotulagem Geral de Alimentos Embalados, que é de 1 mm.

Sem transgênicos
Além do fim do símbolo que identifica os produtos com transgênicos, no caso dos alimentos que não contenham OGM, o projeto mantém regra do atual decreto que permite o uso da rotulagem “livre de transgênicos”.

Destaque do PT aprovado pelos deputados retirou do texto a condição de que esses produtos sem transgenia somente poderiam usar essa rotulagem se não houvesse similares transgênicos no mercado brasileiro.

O texto continua a exigir, entretanto, a comprovação de total ausência de transgênicos por meio de análise específica, o que pode dificultar o exercício desse direito pelos agricultores familiares, que teriam de pagar a análise para poder usar a expressão.

Polêmica em Plenário
A discussão sobre o tema foi intensa e não houve consenso entre os parlamentares, em especial entre os principais partidos da base aliada do governo, PT e PMDB.

Para o deputado Alessandro Molon (PT-RJ), o projeto de lei cassa, na prática, o direito de o consumidor saber se há ou não transgênicos. “É correto sonegar ao consumidor essa informação? Está certo tirar o direito de saber se tem ou não transgênicos?”, questionou.

Já o deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS) defendeu a medida e lembrou que a Lei de Biossegurança (11.105/05), que regulamentou o uso de transgênicos, completou dez anos neste mês. “Disseram que os transgênicos poderiam causar câncer. Agora renovam a linguagem.”
O líder do PV, deputado Sarney Filho (MA), disse que o projeto é um retrocesso na legislação atual. "O texto mexe naquilo que está dando certo. O agronegócio está dando um tiro no pé. Por que retroagir?”, questionou. Segundo ele, o texto não acrescenta nada sobre a transgenia, só retira informações.

Já o deputado Domingos Sávio (PSDB-MG) lembrou que 90% da soja e do milho comercializados no Brasil têm organismos transgênicos em sua composição e, dessa forma, toda a cadeia produtiva desses produtos, como carne e leite. “O projeto é excelente, garantimos o direito do consumidor ser informado”, disse.

Opiniões divergentes
O deputado Ivan Valente (Psol-SP) afirmou que, enquanto outros países proíbem completamente o uso de alimentos transgênicos, no Brasil se busca “desobrigar a rotulagem dos transgênicos e excluir o símbolo de identificação”. Ivan Valente ressaltou que não existe consenso se os transgênicos fazem ou não mal à saúde.

Para o deputado Bohn Gass (PT-RS), era necessário manter o símbolo da transgenia nos produtos. "Qualquer mudança vai prejudicar o consumidor.”

O deputado Moroni Torgan (DEM-CE), no entanto, criticou a rotulagem diferente para a transgenia. “Por que a diferença entre corante, conservante, agrotóxico e transgênico na embalagem? Se é para colocar letra grande para transgênicos, por que estão usando dois pesos e duas medidas?”, questionou.

Na opinião do deputado Padre João (PT-MG), a proposta só beneficia as grandes multinacionais do setor agropecuário que vendem sementes transgênicas. “Não podemos ficar a serviço das grandes empresas, devemos ter respeito ao consumidor”, disse.

O deputado Delegado Edson Moreira (PTN-MG) respondeu ao deputado Padre João que a hóstia, usada no rito católico, também é feita com trigo transgênico.

Leia integra do proposta: PL-4148/2008

Fonte: Agencia Camara Noticias

quarta-feira, abril 29, 2015

Uso de agrotóxicos no Brasil sobe 162% em 12 anos, aponta pesquisa

Foto Agência Brasil
O setor agrícola brasileiro comprou, no ano de 2012, 823.226 toneladas de agrotóxicos – muitos deles, proibidos em outros países. De 2000 a 2012, o aumento em toneladas compradas foi 162,32%. Os dados estão no Dossiê Abrasco – Um Alerta sobre os Impactos dos Agrotóxicos na Saúde, lançado nesta quarta-feira (28) pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), em evento na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

“Desde 2009, o Brasil assumiu a posição de primeiro consumidor mundial de agrotóxico. O consumo daria 5,5 quilos por brasileiro por ano”, disse o diretor da Associação Brasileira de Agroecologia (ABA), Paulo Petersen.

Petersen explica que esse aumento está diretamente relacionado à expansão da monocultura e dos transgênicos. “Ao contrário do que vinha sendo propagandadeado quando eles [transgênicos] foram lançados, que permitiriam que o uso de agrotóxico diminuísse, porque seriam resistentes às pragas, o que se verificou foi o oposto. Não só está usando mais, como está usando agrotóxicos mais poderosos, mais fortes. Nós fomos levados a importar em regime de urgência determinados agrotóxicos que sequer eram permitidos no Brasil para combater pragas na soja e no algodão transgênicos, que foram atacados por lagartas.”

Segundo Petersen, 22 dos 50 princípios ativos mais empregados em agrotóxicos no Brasil estão banidos em outros países, além de haver uso além da necessidade técnica e métodos menos tóxicos e eficientes para o controle de pragas. “Estamos em uma situação de total descontrole, o Estado não cumpre o processo de fiscalização como deveria e a legislação para o uso de agrotóxicos também não é cumprida.”

O Brasil registrou, entre 2007 e 2014, 34.147 casos de intoxicação por agrotóxico, de acordo com o presidente da ABA. Entre os problemas causados por esse tipo de intoxicação estão a malformação de feto, câncer, disfunção fisiológica, problemas cardíacos e neuronais.

Desde a primeira edição, o debate sobre a questão foi ampliado na sociedade civil e também no governo e levou à criação do Programa Nacional de Redução de Agrotóxicos (Pronara), cuja minuta está pronta, mas ainda aguarda lançamento oficial pelo governo.

“Nesse debate, nós sustentamos a ideia, já confirmada por vários órgãos oficiais, de que é possível haver uma redução bastante significativa no consumo de agrotóxico no Brasil sem que isso comprometa em nada a eficiência econômica da agricultura brasileira”, afirma o pesquisador.

O dossiê é uma revisão da versão publicada em 2012. O trabalho deste ano tem mais de 600 páginas e teve o acréscimo de acontecimentos marcantes, estudos científicos e decisões políticas que envolvem os agrotóxicos. A publicação reúne, por exemplo, informações sobre a relação direta entre uso de agrotóxicos e problemas de saúde, como os que foram divulgados peloInstituto Nacional do Câncer (Inca) .

A edição de 2015 do dossiê traz um quarto capítulo inédito que aponta o caminho da agroecologia como forma sustentável e saudável de produção no longo prazo. “Esse capítulo apresenta várias experiências, de diferentes regiões do Brasil, que demonstram que é perfeitamente possível ser economicamente viável, ambientalmente sustentável, benéfico à saúde pública e produzir em quantidade e qualidade.”

O dossiê propõe dez ações urgentes, como priorizar a implantação de uma Política Nacional de Agroecologia no lugar do financiamento público ao agronegócio; impulsionar debates internacionais e enfrentar a concentração do sistema alimentar mundial; banir os agrotóxicos já proibidos em outros países; rever os parâmetros de potabilidade da água, para limitar o número de substâncias químicas aceitáveis e diminuir os valores máximos permitidos e proibir a pulverização aérea de agrotóxicos.

Com as informações: Agencia Brasil

quarta-feira, abril 22, 2015

Dica Sustentável: Como fazer a esterilização de potes e tampas de vidro

Uma atitude antiga e muito sustentável, tem se tornado cada vez mais comum: Reaproveitar potes de vidros para armazenar suas conservas, compotas, temperos e outros produtos. Mas para reaproveitar potes de vidro não basta apenas passar uma água com sabão. Depois de higienizar, retirar etiquetas e cola, é preciso esterilizar antes de reutilizar-los.
Como fazer a Esterilização:

  • Separe os potes de vidro que você deseja reutilizar e lave-os bem como de costume,com água e sabão ou detergente
  • Separe uma panela grande (ex: panelas de pressão)
  • Coloque 01 pote de vidro dentro da panela para medir o quanto de água será necessário para que o mesmo fique imerso na água. Retire o pote e acrescente a água
  • Leve a panela com água ao fogo alto
  • Quando começar a ferver, abaixe o fogo e coloque um pano de cozinha para forrar o fundo da panela
  • Coloque os potes e as tampas dentro da panela. Se necessário, use um pegador pode ser o de macarrão ou o de salada (Cuidado com a água quente para que não espirre em você)
  • Deixe as tampas submersas dentro da panela por no máximo 5 minutos
  • Deixe os potes submersos dentro da panela por 10 minutos.
  • Retire potes e tampas com o pegador e coloque-os para escorrer até secar sobre um pano de prato limpo

Depois destes passos seus potes estão prontos para receber geleias, compotas, granola, misturas caseiras para bolo e etc.

terça-feira, abril 21, 2015

Dica Sustentável: Como fazer 3 tipos de Repelentes Naturais de insetos

Os produtos que atuam como repelente para mosquitos e pernilongos em tabletes, líquidos químicos ou usados em aparelhos ligados a tomada elétrica, não são tão inofensivos quanto parecem. Podem serem tóxicos e gerar outros incômodos e inconvenientes para a saúde. Não basta substituir um problema por outro, daí que os produtos naturais sejam uma boa alternativa.

Vela de laranja com cravo
A vela produz calor no interior da laranja, que sem a polpa acaba tendo a casca aquecida. O calor libera o cheiro suave pelo orifício do alto, afugentando mosquitos em volta da área. O curioso é que a iluminação fica bonita e o perfume é bastante suave.
Materiais Necessários:
  • 1 laranja
  • 1 vela pequena de decoração
  • um punhado de cravos da índia
Preparo:
  • Corte a laranja ao meio e retire a polpa. Com a ponta da faca, remova o máximo da polpa que conseguir. Sai com facilidade, apenas evite furar a casca. Você terá duas partes, uma será a base e a outra a tampa. Na tampa, faça um orifício circular no topo, nem muito grande, nem muito pequeno. Em volta do orifício, é preciso fincar os cravos lado a lado, fechando um círculo.
  • Coloque a vela na base da casca, ascenda e cubra com a outra parte da casca, a tampa com os cravos. Deixe num canto, sobre um prato ou pires, em cima de algum móvel e longe de material inflamável. Tenha especial cuidado se houver crianças e animais circulando no ambiente. Como o cheiro é suave, você pode fazer mais de uma e espalhar pelo cômodo. Em áreas muito abertas o efeito fica mais restrito.
Repelente natural com cravo

Como pode ser usado sobre a pele, inclusive de crianças, esse preparado leva produtos mais delicados, como álcool de cereais e óleo vegetal apropriado para uso corporal. É simples e o tempo a ser respeitado é apenas o do concentrado dos cravos no álcool. 
Materiais Necessários:
  • 500 ml de álcool de cereais
  • Óleo vegetal (de amêndoas, de côco, de semente de uva ou outro)
  • 20g de cravos
  • 1 recipiente pequeno com tampa spray
Preparo:
  • Num pote de vidro que comporte até meio litro, ponha o álcool de cereais e os cravos. Feche bem com tampa, depois guarde em lugar escuro por cerca de 2 a 3 dias. Agite-o eventualmente durante esse tempo. Após o prazo, o líquido estará concentrado e assume a cor dos cravos. Com um funil, despeje no recipiente spray o concentrado (apenas o líquido, não os cravos) e o óleo nas proporções de 80% de álcool para 20% de óleo. Agite sempre antes de usar e está pronto.
  • Como o concentrado é de meio litro, vai render o suficiente para preencher mais que um frasco pequeno, misturado ao óleo. É importante que o óleo seja vegetal e de uso na pele, não mineral como alguns óleos para pele de bebê. Mantenha o concentrado guardado em local escuro, com o pote bem fechado, para quando quiser fazer mais.

Repelente natural com citronela

A planta é um arbusto semelhante a um capim alto que bois e cavalos consomem, mas se diferencia pelo cheiro. Este repelente é para ser usado sobre superfícies, não no corpo. Seu preparo é tão simples que você vai duvidar como ainda não sabia! É sempre possível usar a planta, mas preparar a partir do óleo essencial dela resulta numa mistura com mair garantia de eficiência.
Materiais Necessários
  • 100 ml óleo essencial de citronela
  • 900 ml de álcool comum (concentração 70%)
  • 1 recipiente vaporizador
No recipiente vaporizador, despeje por um funil o álcool e o óleo essencial de citronela. Agite e está pronto para usar. Vaporize sobre as superfícies nos locais onde costumam estar os insetos. Pode ser usado sobre vasos de plantas, paredes, por trás de móveis e nos cantos de um cômodo. Observe a concentração do cheiro em ambientes fechados, para evitar exagerar no uso.
Fonte: Catraca Livre

Dica Sustentável: 8 formas não-tóxicas de limpeza com Vinagre

O vinagre é um excelente produto de limpeza. Este produto comestível não-tóxico pode limpar muitas superfícies da casa e, além de eficaz, é também barato. É possível criar em sua casa um verdadeiro arsenal de limpeza totalmente verde e não-tóxica. Com os produtos mencionados a baixo e claro água. Podem limpar praticamente qualquer superfície da sua casa.


Materiais Necessários:
  • uma embalagem de vinagre branco
  • um saco de bicarbonato de sódio
  • detergentes de lavar a louça ecológicos
  • Pano de cozinha
  • esponjas de celulose natural
  • uma boa escova e um esfregão palha-de-aço
Seguem 8 formas simples de pôr de lado os produtos químicos e limpar a casa com vinagre. Todas as dicas foram retiradas do site norte-americano Networx.

1- Desinfetar o microondas
Misture uma xícara de água e 1/4 de xícara de vinagre numa tigela. Coloque-a no microondas até que a solução ferva e, em seguida, desligue-o. Deixe a tigela fechada durante cinco minutos. Por fim, retire-a e limpe as superfícies interiores do forno. A sujeira e gordura nas paredes do microondas tornam-se assim fáceis de remover.

2 - Amaciante de roupas
Durante a lavagem da roupa, adicione uma 
xícara de vinagre branco na máquina de lavar. Isso ajuda a amaciar a roupa e elimina quaisquer odores que permaneçam na roupa. O cheiro do vinagre dissipa-se rapidamente, as suas roupas não vão cheirar a vinagre depois de secas.

3 - Detergente para sanitários
Na limpeza dos seu banheiro, use um esguicho de detergente ecológico e, em seguida, pulverize com vinagre e esfregue com uma escova. A limpeza está garantida.

4 -Detergente para banheiras
Misture vinagre e detergente o resultado pode ser usado diariamente na limpeza da banheira. 



5 - Detergente Soft-Scrub
Misture 1/4 de uma 
xícara de bicarbonato de sódio, detergente ecológico e vinagre branco em quantidade suficiente para umedecer a mistura. Depois de usar esta solução, limpe-a com um pano e, em seguida, pulverize a superfície com água e volte a limpar. De outra forma, pode formar-se com uma película sobre a superfície.

6 - Detergente para azulejos

Misture vinagre e bicarbonato de sódio e esfregue em círculos com a ajuda de uma escova de cerdas duras de nylon.

7 - Limpar pequenos utensílios de cozinha
Se não quer soluções de limpeza tóxicas perto dos seus utensílios culinários, uma ótima alternativa é ter um frasco em spray com uma solução de água e vinagre.

8 - Pulverizador de chão
Conhece aqueles sistemas de limpeza do chão que pulverizam uma solução química no piso e depois o limpa com uma toalha descartável? É possível torná-los ecológicos. Em vez de películas descartáveis, pode usar trapos velhos. E pode ainda encher o compartimento do produto de limpeza com vinagre.

Dica Sustentável - Como fazer Desodorante Natural

O desodorante faz parte do nosso hábito de higiene. Mas a maioria dos desodorantes pode prejudicar a saúde e o meio ambiente, isso porque contem ingredientes químicos perigosos, como o alumínio e os parabenos ou são testados em animais. Entre outros fatores.

Apresentamos esta receita de desodorante caseiro feito com ingredientes naturais que não agridem a pele, nem a natureza.

INGREDIENTES
  • meia xícara de polvilho doce
  • 3 colheres de sopa de bicarbonato de sódio 
  • 2 xícaras de óleo de coco
  • 10 gotas de óleo essencial de canela ou qualquer outro de sua preferência
MODO DE PREPARO:
  • Misture todos ingredientes até formar uma pasta.
  • Coloque a mistura num frasco e reserve no congelador por cerca de 20 minutos, pronto!
    De forma natural, você evita transpiração excessiva e exala um perfume.