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terça-feira, abril 21, 2015

Dica Sustentável - Como fazer Desodorante Natural

O desodorante faz parte do nosso hábito de higiene. Mas a maioria dos desodorantes pode prejudicar a saúde e o meio ambiente, isso porque contem ingredientes químicos perigosos, como o alumínio e os parabenos ou são testados em animais. Entre outros fatores.

Apresentamos esta receita de desodorante caseiro feito com ingredientes naturais que não agridem a pele, nem a natureza.

INGREDIENTES
  • meia xícara de polvilho doce
  • 3 colheres de sopa de bicarbonato de sódio 
  • 2 xícaras de óleo de coco
  • 10 gotas de óleo essencial de canela ou qualquer outro de sua preferência
MODO DE PREPARO:
  • Misture todos ingredientes até formar uma pasta.
  • Coloque a mistura num frasco e reserve no congelador por cerca de 20 minutos, pronto!
    De forma natural, você evita transpiração excessiva e exala um perfume.

    quarta-feira, fevereiro 11, 2015

    10 Alimentos que tem fama de saudaveis mas não são


    Barrinha de cereais, leite de soja e peito de peru são apenas algumas opções que você compra pensando na saúde do seu filho. Apesar da fama de nutritivos e saudáveis, cuidado: é preciso consumi-los com bastante moderação, pois você pode acabar levando gato por lebre.
    • Barrinha de cereais. Elas prometem ser uma ótima opção para o lanche das crianças porque são práticas de armazenar e contêm fibras – nutrientes que aumentam a sensação de saciedade, dão energia e ajudam no funcionamento do intestino e na absorção de gorduras. Pelo menos na teoria. Especialistas alertam que muitas das barrinhas de cereais que existem no mercado são na verdade, ricas em açúcar e sódio. Para saber se a que você compra é assim, compare os ingredientes que estão no rótulo. O que vem primeiro é o que está em maior quantidade, então procure marcas em que a fibra esteja no começo da lista. Prefira as de fruta, que são menos gordurosas, e as que contêm flocos de milho, mel, aveia e castanhas. “Também fique de olho porque a lecitina de soja, substância usada para dar liga no alimento, pode causar alergia nas crianças”, alerta a nutricionista Elaine Pádua, autora do livro O Que Tem no Prato do Seu Filho? – Um Guia Prático de Nutrição Para os Pais (Ed. Alles Trade). Você pode fazer uma barrinha mais natural em casa ou substituí-la pela bananada (doce de banana em massa) sem açúcar, que também tem fibra e mais vitaminas. Nesse caso, a banana não é desidratada, como na barrinha, mantendo seus nutrientes.
    • Suco de caixinha. Algumas dessas bebidas, também chamadas de néctar de fruta, têm tanto quanto ou até mais açúcar do que os refrigerantes. São até duas colheres de sopa a cada 200 ml, além de uma quantidade grande de sódio, substância que, em excesso, pode sobrecarregar os rins e aumentar as chances de a criança ter pressão alta no futuro. Os corantes e aromas também aparecem no suco de caixinha (inclusive nos de soja), ou seja, mais química ainda. A saída é alterná-lo com o suco natural (ou água mesmo!). Você pode dar o industrializado no lanche, por exemplo, e o caseiro, no jantar. Na lancheira térmica, o suco natural dura até três horas sem estragar. Para aumentar a duração da bebida, misture-a com água de coco, que retarda o processo de oxidação, é um hidratante natural e não tem muito sódio nem na versão das prateleiras. Outra alternativa são os sucos prontos integrais, que não têm açúcar e só precisam ser dissolvidos em água. Mas não abuse. Qualquer tipo de suco deve ser consumido no máximo duas vezes ao dia, pois são calóricos – pense que, para fazer apenas um copo do de laranja, é preciso três frutas!
    • Peito de peru. Apesar de ser visto como uma alternativa melhor do que o presunto, os dois têm a mesma quantidade de sódio e gordura porque são uma mistura de carne e pele (eca!) do animal. Para conservar o produto, as indústrias usam nitritos e nitratos, substâncias químicas que, segundo algumas pesquisas, podem causar câncer se consumidas por muito tempo. Por isso, libere esses alimentos embutidos ou processados (e, nessa categoria, entra também a salsicha e a mortadela) apenas uma vez por semana, de preferência a versão sem capa de gordura. Além disso, no Brasil o peito de peru vem quase sempre acompanhado de Glutamato Monossódico, um realçador de sabores que pode causar diversos problemas a saúde.
    • Sobremesa láctea. As sobremesas lácteas (como o queijo petit suisse ou aquelas sabor chocolate, baunilha…), fazem sucesso com as crianças porque são bem docinhas e saborosas. Mas não se engane pela aparência de iogurte, pois elas têm bem menos quantidade de cálcio um mineral essencial para o crescimento e fortalecimento dos ossos, dentes e cabelos. Além disso, esses produtos são gordurosos e têm pouca proteína. “No lugar da fruta, mais nutritiva, muitos contêm aromas e corantes artificiais, que devem ser evitados nos primeiros anos de vida pois estão relacionados a uma série de problemas – de alergia à hiperatividade”, afirma Elaine Pádua. Ela explica que os corantes amarelos e vermelhos são os mais perigosos. É claro que seu filho vai querer comer essas guloseimas de vez em quando. Porém, sempre que possível, substitua por uma mistura de iogurte natural com a fruta que ele mais gosta. Basta bater essa combinação no liquidificador ou amassá-la com um garfo. Se o seu filho quiser algo mais doce, coloque açúcar mascavo. Essa preparação deve ser consumida entre 30 minutos e 1 hora.
    • Leite de soja. A soja é classificada como um alimento saudável, mas nem sempre é uma boa ideia oferecê-la para as crianças. Isso porque pode ser tão alergênica quanto a lactose, presente no leite de vaca. “A soja é uma proteína de difícil digestão, por isso, pode causar alergias alimentares em crianças menores de dois anos, que têm um sistema digestivo imaturo”, afirma a nutricionista Santhi Karavias, do projeto Lancheira Saudável, em São Paulo. Alguns especialistas até questionam o nome “leite”, já que ele não oferece os mesmos nutrientes, como os aminoácidos e o cálcio. Se o seu filho tem intolerância à lactose, você já encontra bebidas com adição de cálcio. Também vale substituir por leite de arroz, amêndoa e de cabra. Além disso, a soja no Brasil é quase toda proveniente de soja transgênica, que conforme estudos pode causar diversos problemas a saúde, como alergias, esterilidade, alteração na formação de órgãos, doenças hematológicas e cânceres, por exemplo.
    • Bisnaguinha. Ela é molinha e fofinha graças a muuuita gordura hidrogenada! Esse tipo de pão é feito de farinha branca e açúcar, ou seja, tem poucos nutrientes e nada de fibras. Não faz mal oferecê-lo uma vez por semana, mas, nos outros dias, opte pela versão integral ou de fôrma, recheando com requeijão ou até geleia, contanto que seja sem açúcar. Os pães de padaria ou feitos em casa, naquelas panificadoras portáteis, também são ótimos substitutos, pois têm menos conservantes. Outra opção rápida e saudável: minipizza de pão sírio! Chame seu filho para ajudar você a montar essa delícia com muçarela de búfala, queijo prato ou queijo branco, tomate – pode ser o cereja, que as crianças adoram – e algumas folhinhas de manjericão fresco. Aí, é só colocar no forno em fogo baixo por 15 minutos e se deliciar.
    • Frozen yogurt. Eles parecem saudáveis por conta do iogurte, que tem pouca gordura e é fonte de cálcio. Realmente são uma boa opção, mas só se a marca de frozen usar iogurte de verdade em sua formulação. “Esse ingrediente é bom porque é natural e não tem aromatizante”, explica Santhi Karavias, do projeto Lancheira Saudável (SP). Em 2011, o Proteste analisou oito lojas e constatou que apenas uma usava mesmo a bebida láctea, enquanto as outras misturavam sorvete comum ou à base de iogurte. “Esses últimos têm gordura saturada e trans, que aumentam o colesterol ruim e ainda diminuem o bom”, completa Santhi. Para se proteger dos “falsos”, analise o rótulo (quando tiver) e pergunte a porcentagem de gordura (quanto mais próxima de zero, melhor). Ah, e controle as coberturas escolhidas pelo seu filho, que costumam ser uma bomba calórica.
    • Cereal matinal. Já reparou no que sobra no saquinho quando acaba o cereal do seu filho? Açúcar puro. Pode ser uma boa fonte de energia, já que cada grão do cereal é um grão de milho, mas só. “É possível conseguir a mesma quantidade de carboidratos em outros alimentos, como pão integral e mingau”, explica a nutricionista Priscila Maximino, da Nutrociência, que presta assessoria nutricional, em São Paulo. Há, no entanto, opções sem açúcar (em geral, destinadas aos adultos). Você pode adicionar uma fruta, como banana ou morango, para deixar a mistura mais docinha. Depois que seu filho tiver um ano, também dá para usar mel. Se quiser usar açúcar mesmo, prefira o cristal (uma colher de chá basta), que é menos processado do que o refinado. A mesma questão dos diversos problemas a saúde da soja transgênica vale para o milho, que é quase todo transgênico no Brasil.
    • Empanados de frango. Parece carne de frango, mas o empanado é o que os nutricionistas chamam de compensado, uma mistura de ingredientes nada nutritivos, como partes de frango, pele, farinha e leite em pó. Então, mesmo que você faça assado em vez de frito, ele não é saudável. Para piorar, o que dá gosto à mistura é o glutamato monossódico. “A substância realça o sabor e interfere no paladar da criança, deixando a papila gustativa acostumada a esse tipo de alimento”, conta a nutricionista funcional Gabriela Maia, do Rio de Janeiro. Muitas vezes o empanado industrializado é usado como substituto da carne de boi ou de frango, que são proteínas completas. Só que eles não são equivalentes. Uma opção é fazê-lo em casa. Não tem tempo? Então, para suprir a quantidade de proteínas da carne, que tal cozinhar cerca de quatro ovos de codorna? O preparo vai levar os mesmos cinco a dez minutos.
    • Produtos light e diet. Se você tinha a impressão de que poderia consumi-los sem restrições, esqueça! Para crianças, os diet e os light são indicados apenas em casos de doenças como obesidade e diabetes. Achar que eles podem ser servidos à vontade, já que têm menos açúcar e gordura, é um erro. “Isso porque o fabricante adiciona sódio para manter o sabor. Então, melhor ingerir uma quantidade menor da versão tradicional do que o dobro da light”, orienta Virginia Weffort, nutróloga do Departamento Científico de Nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). E a criança precisa de energia para crescer, então não é indicado tirar totalmente o açúcar da dieta – lembrando que ele é encontrado em vários alimentos, como frutas e massas.

    terça-feira, fevereiro 03, 2015

    Você sabe o que são alimentos processados?


    Bolos, sopas, pães, biscoitos recheados, lasanha, pizza, hambúrguer, refrigerante… tudo o que é fácil de comer e já vem pronto ou quase, dentro de uma embalagem resulta de uma série de processos industriais. O ponto central para classificar determinados produtos alimentícios como ultraprocessados. Alguns tipos de processamento de alimentos sempre aconteceram na história. “A humanidade aprendeu a processar para conservar. A carne, antes da geladeira, era conservada em banha ou sal”, diz Maluh Barciotte, doutora em Saúde Pública e pesquisadora do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da USP o NUPENS.

    Postagens relacionadas: 9 razoes para deixar de comer alimentos super processados.


    O problema é que, com o desenvolvimento industrial das últimas décadas, cresceu vertiginosamente a fabricação de alimentos prontos em larga escala, “vazios” em nutrientes e cujo consumo frequente acarreta problemas de saúde como colesterol, diabetes, pressão alta e obesidade. A industrialização do setor alimentício mudou os hábitos de boa parte da população especialmente nas cidades e passou a ofertar produtos com mais açúcar, mais gordura saturada, mais sódio, mais substâncias químicas como; conservantes; aromatizantes e estabilizantes e menos fibras do que o recomendado para uma alimentação saudável. “A gente compra chocolate achando que é chocolate e é só gordura hidrogenada com excesso de açúcar”. Explica.


    Temperos de macarrão instantâneo e tabletes de caldos prontos são um caso clássico de produto com excesso de sódio. “Se a gente já tem no Brasil tantos temperos maravilhosos, por que precisa, além deles, colocar um ingrediente ou caldos artificiais? Tudo fica com o mesmo gosto. Quando você cria o seu tempero, faz uma comida mais com a sua cara”. Sugere a pesquisadora. Para ela, os ultraprocessados são alimentos que perderam a alma. “E o problema é que hoje isso virou sinônimo de comida. Para ser saudável, a gente tem que cozinhar. É aquilo que se faz em casa, tem cheiro, tem memória afetiva, que passa por gerações”, argumenta. O que entra na classificação? A proposta de classificação do NUPENS divide os alimentos em três tipos:


    Tipo 1: Frescos ou Minimamente Processados

    São aqueles que não sofrem alteração ou passam por processos que ainda mantém suas principais características nutricionais, como arroz, feijão, carne não enlatada, peixes, legumes verduras, grãos, frutas, sucos naturais, cogumelos, leite fresco ou pasteurizado, iogurte sem adição de açúcar, ovos e café.

    Tipo 2: Ingredientes Culinários

    São as substâncias usadas para preparar a comida do dia a dia e que passam por processamento como moagem e refinamento. Alguns exemplos são açúcar, farinha, amidos, sal, óleos vegetais e manteiga.

    Tipo 3: Alimentos Ultraprocessados

    Tudo o que é muito processado. São comuns em quase todas as casas: pães até o integral, biscoitos, bolos, sorvetes, chocolates, barras de cereal, refrigerantes, pratos pré-preparados congelados de supermercado, hambúrgueres, produtos enlatados, sopas prontas, requeijão, margarina e muitos outros.

    Um exemplo importante são os embutidos – mortadela, salame, presunto e salsicha. É importante não confundi-los com carne, que é classificada como alimento fresco. “Eles passaram por tantos processos químicos que perderam as características básicas de um alimento como a carne, com proteínas e gorduras adequadas”.

    Por que são perigosos?


    Um dos maiores problemas é que o sabor do alimento não está conectado aos nutrientes. “Um bolo de amêndoas industrializado, que vem na caixinha, só tem sabor de amêndoas, mas não os nutrientes ligados àquele sabor. É como se o organismo fosse enganado”, explica Maluh.

    Algumas características básicas dos ultra processados são:
    • Têm alto poder calórico, mas com uma energia “vazia”. No processamento, perdem os
      Hambúrguer 14 anos depois.
      nutrientes e mantém as calorias. “É um excesso de caloria que não nutre. O exemplo máximo disso é o refrigerante”, diz Maluh.
    • Contêm excesso de sal, açúcar, gorduras e substâncias químicas como conservantes, estabilizantes, flavorizantes e corantes. Por isso é tão importante ler os rótulos!
    •  Têm hiperpalatabilidade, ou seja, um sabor artificial exagerado, que exacerba os nossos sentidos e cria um padrão de gosto no organismo. “Uma criança acostumada a tomar refrigerante muitas vezes não consegue tomar nem água”. O mesmo acontece com sucos. Se nos acostumamos a beber suco em pó, dificilmente nosso paladar reconhece o sabor da fruta “de verdade” no suco natural.
    • São alimentos altamente disponíveis para consumo. Toda essa facilidade se reflete no supermercado, com tantas opções nas prateleiras. Nunca na história humana foi tão fácil consumir alimentos prontos. É só pensar: quantas embalagens você compra que é só abrir e comer o que vem dentro?
    O que fazer? Tentar reduzir a quantidade de alimentos muito industrializados é o primeiro passo. Não há uma recomendação diária máxima para consumo de ultraprocessados. “A ideia é quanto menos, melhor. Se possível, de forma esporádica”, diz Maluh. “É importante que de 60 a 70% da alimentação básica do dia a dia seja composta principalmente de alimentos frescos e minimamente processados”.

    Muitas vezes é possível mudar padrões simples de consumo e buscar adquirir, pouco a pouco, novos hábitos:
    • Evite ingredientes refinados e “branqueados”, como açúcar refinado e farinha branca. Opte por opções integrais.
    • Busque alternativas para quando estiver fora de casa. Por exemplo: batata doce tem um tipo de açúcar mais saudável que a batata normal. “Fazer um lanchinho de batata doce para levar para o trabalho é algo supersaudável”, comenta. Frutas e frutas secas também são sempre boas opções para ter na bolsa.
    • Evite levar crianças às compras. Elas são mais vulneráveis às embalagens e produtos coloridos. Sem elas, fica mais fácil dizer “não” e evitar guloseimas;
    • Sempre que puder, evite os sucos de caixinha ou em pó (prefira sempre os naturais) e tome o mínimo de refrigerante que conseguir;
    • Procure comer frutas puras, sem disfarçar o gosto com cremes e açúcar;
    • Aprenda a cozinhar refeições simples e rápidas. É uma boa forma de abrir mão da praticidade daquela pizza ou sanduíche congelados;
    • Substituir o pão de padaria (feito com excesso de farinha refinada) por pão caseiro já é um ganho para a saúde. “O ideal é que as pessoas comecem a aprender receitas de pão, pode ser até de liquidificador”. Propõe;
    • Se tiver esta opção, prefira feiras de rua ao supermercado. As tentações são menores e a oferta de alimentos mais saudáveis costuma ser maior.

    Benefícios e propriedades - Castanha de caju

    Além de muito saborosa, a castanha de caju, que é o fruto do cajueiro, é uma excelente aliada da boa saúde. Rica em gorduras monoinsaturadas e poli-insaturadas, minerais como ferro, fósforo, selênio, magnésio e zinco, ela também é boa fonte de fitoquímicos, antioxidantes e proteínas que auxiliam em tratamentos e previnem diversos males.

    Assim como as nozes, avelãs e amêndoas, a castanha pertence ao grupo das oleaginosas e cresce durante todo o ano, sendo utilizada no preparo de saladas, lanches, iogurtes, requeijão e demais alimentos. Embora seja muito saudável, o consumo da castanha de caju deve ser moderado. Por ser um alimento proteico e rico em gorduras, é muito calórico, assim como a maioria das castanhas e amêndoas. Para aproveitar os benefícios proporcionados pela castanha de caju, a porção recomendada é de, no máximo, 10g (cinco unidades) do fruto ao dia. No entanto, lembre-se que para uma melhor avaliação de acordo com as suas necessidades nutricionais, é preciso consultar um profissional.

    Os benefícios proporcionados pela castanha de caju
    • Uma porção de 10g de castanha de caju contém 5g de gorduras totais, sendo que 70% delas são consideradas “boas” (gorduras monoinsaturadas e poli-insaturadas), que diminuem o “colesterol ruim” (LDL) e aumentam o “colesterol bom” (HDL);
    • Contém minerais como magnésio, fósforo e zinco. O magnésio é essencial para manter o nosso corpo em atividade e ajuda a diminuir a frequência das crises de enxaqueca, previne os ataques cardíacos e reduz a pressão arterial; o fósforo auxilia na manutenção da boa saúde dos ossos; o zinco atua no fortalecimento das defesas do organismo contra doenças;
    • Aumenta a absorção do cálcio;
    • É rica em proantocianidinas, uma classe de flavonoides que ajuda a combater células cancerígenas e tumores. Segundo estudos realizados, este fruto também pode reduzir o risco de câncer de cólon;
    • Estudos apontam que o ácido oleico, presente na castanha de caju, promove uma boa saúde cardiovascular, auxiliando na redução dos níveis dos triglicerídeos, cujos níveis elevados são associados com um maior risco de desenvolvimento de doenças cardíacas;
    • Por serem ricas em um aminoácido chamado L-triptofano, o consumo da castanha de caju pode diminuir o mau humor e os sintomas da depressão;
    • Ajuda a ativar as atividades cerebrais, melhorando a memória e a concentração;
    As propriedades antioxidantes presentes na castanha ajudam no combate ao envelhecimento celular.

    Com as informações: Portal R7

    sexta-feira, dezembro 19, 2014

    Falta de água pode levar humanidade ao veganismo.



    Em 2014, pesquisadores de todo o mundo se reuniram em Estocolmo, na Suécia, para participar da Semana Mundial da Água. Em meio a discussões sobre o futuro do planeta, chegaram a conclusões alarmantes: até 2050, não haverá água para todos. Com a seca, teremos crises de desnutrição e fome, que podem levar a disputas violentas pelas últimas terras férteis do mundo. Mas nem todas as previsões foram catastróficas. Os cientistas também esboçaram soluções que poderiam prevenir esse cenário e garantir a cada um sua parcela justa de água e comida.


    Ingestão de proteína animal precisa diminuir por que?

    Os pesquisadores e importantes cientistas que estudam questões relacionadas à água fizeram este alerta sobre a produção mundial de alimentos, afirmando que a população global pode ter de mudar para uma dieta quase completamente vegetariana nos próximos 40 anos, a fim de evitar uma escassez catastrófica.


    Os humanos consomem cerca de 20% de suas proteínas de produtos baseados em animais, mas isto poderá ter de cair para 5% para alimentar mais 2 bilhões de pessoas que deverão estar no planeta até 2050, de acordo com uma nova pesquisa.

    “Não haverá água o bastante para a agricultura atual para produzir comida a uma população de 9 bilhões em 2050, se seguirmos tendências correntes e mudanças em direção a dietas comuns em nações ocidentais,”Afirma Malik Falkenmark criador do relatório produzido por ele e colegas do Instituto Internacional de Água de Estocolmo.

    O alarme sobre a escassez de água e seus efeitos na limitação da produção de alimentos é feito em um momento em que Oxfam e ONU se preparam para uma possível segunda crise global em cinco anos. Os preços de alimentos básicos como milho e trigo subiram quase 50% nos mercados internacionais desde junho, como resultado de secas severas nos EUA e Rússia, e fracas chuvas de monções na Ásia. Mais de 18 milhões de pessoas já enfrentam uma crítica escassez na região do Sahel.


    A Oxfam previu que os aumentos de preços terão impacto devastador sobre países em desenvolvimento com forte dependência de importações de alimentos, incluindo partes da América Latina, norte da África e Oriente Médio.

    A adoção de uma dieta vegetariana é uma opção de aumentar a quantidade de água disponível para a plantação de mais comida em um mundo de clima cada vez mais errático, dizem os cientistas. Os alimentos ricos em proteína animal consomem de 5 a 10 vezes mais água que uma dieta vegetariana. Um terço da terra agricultável do mundo é usada para colheitas que servem à alimentação de animais. Outras opções para alimentar as pessoas incluem a eliminação do desperdício e um aumento do comércio entre países com excedentes de alimentos e aqueles com deficit.

    “Novecentas milhões de pessoas já passam fome e 2 bilhões são subnutridas, apesar de que a produção de alimentos per capita continua a aumentar,” afirmam. “Com 70% de toda a água disponível sendo usada na agricultura, haverá muita pressão sobre terras e água para alimentar mais 2 bilhões.” O relatório está sendo divulgado no começo da conferência mundial sobre a água, em Estocolmo, onde 2.500 políticos, organizações da ONU, ONGs e pesquisadores de 120 países se encontram para discutir problemas relacionados a este recurso.

    Soluções para a crise.

    Entre as possíveis soluções apresentadas estavam a irrigação mais eficiente, menor desperdício de água e novos sistemas de alerta e legislação mais sustentável. Apesar da viabilidade dessas ideias, elas não seriam suficientes sem uma última medida: a humanidade deveria tomar o caminho do vegetarianismo. Quem come um pedaço de bife no almoço e outro no jantar passaria a ter direito a meio bife por dia.

    Quanto à necessidade de medidas rápidas, não restam dúvidas. "O acesso à água já é um problema para um bilhão de pessoas. E com o aquecimento global isso tende a piorar, já que ele vai alterar os padrões de chuva e aumentar os eventos climáticos extremos", diz Jan Lundqvist, cientista do Instituto Internacional da Água de Estocolmo e um dos pesquisadores presentes no encontro. Segundo o pesquisador, a quantidade de água disponível no planeta não deve mudar muito no futuro. No entanto, a população vai crescer e seremos 9 bilhões em 2050 e os países mais pobres tendem a alcançar os padrões de consumo dos mais desenvolvidos. Com as informações The Guardian.

    quarta-feira, dezembro 03, 2014

    Como manter uma horta em casa



    Já pensou em ter uma horta de temperos em casa? Agora você vai saber como fazer e cuidar da sua horta caseira. Com nossas dicas não vão faltar sabor, perfume e saúde na sua mesa! Troque o supermercado, conservantes e agrotóxicos por sua horta particular. A praticidade de ter uma hortinha em casa com os seus temperos prediletos e orgânicos é inigualável. Então veja os cuidados para fazer uma horta de tempero sem casa e ter tudo sempre fresquinho à mão.

    • Escolha um local para fazer a sua horta ou colocar os vasos com as plantas com ótima ventilação e que bata sol.
    • Prepare o terreno. No caso de vasos ou jardineiras, coloque pedrinhas, pedacinhos de madeira ou qualquer coisa que dê vazão à água e segure a terra na hora de regar. Após acomodar a terra, faça um buraquinho no meio para colocar algumas sementinhas ou a mudinha. Lembre-se de deixar aproximadamente 20 centímetros entre cada plantinha.
    • Cubra as sementes ou a raiz com mais terra ou, se possível, esterco, borra de café para nutrir o solo. Outra dica: coloque um pouco de folha seca ou palha sobre a terra para proteger a sua planta do sol e da chuva.
    • Antes de regar, verifique se a terra está úmida. Se estiver, não coloque mais, porque muita água pode dar fungos. Regue regularmente em horários sem sol para que a planta possa absorver mais.
    • Retire as folhas amareladas com sinais de doenças ou fungos para que não se alastrem.
    • Nunca use qualquer tipo de química em suas plantinhas.
    • Temperos para a sua horta orgânica
    Sugestão de temperos e suas propriedades:
    • Alecrim: delicado e muito perfumado. É usado em legumes, omeletes, molhos. Gosta de bastante sol. É um ótimo digestivo, antioxidante e diurético.
    • Cebolinha: Ao comprar a cebolinha na feira, é só cortar as folhas e plantar o toquinho com as raízes. Ela gosta de solo nutrido. É digestiva e antioxidante.
    • Coentro: É cultivada a partir de sementes e gosta bastante de sol. É antioxidante, antibacteriana e anti-inflamatória e uma coisa superimportante para quem sofre com falta de apetite: o coentro é um estimulante do apetite, quem sofre de enjoos pode apostar neste condimento.
    • Hortelã: Gosta de sol, mas é um pouco mais delicada, então não tem problema se tiver um leve sombreado. É digestiva, anestésica, expectorante e antisséptica.
    • Manjericão: Precisa de bastante sol e, às vezes, cresce muito; então é preciso usá-la, doá-la ou podá-la. O segredo é deixar as flores, caso queira que pare de crescer, ou tirá-las, se quiser que cresça mais rápido. Este tempero é digestivo, antisséptico, anti-inflamatório, diurético e antioxidante.
    • Orégano: Prefere ambientes ensolarados e tem um sabor muito mais aguçado quando consumida fresca. É digestivo, antioxidante, antibacteriana e antibiótica.
    • Salsa: conhecida e usada em muitas receitas. Fácil de cultivar. Favorece o equilíbrio hormonal.

    segunda-feira, dezembro 01, 2014

    Dica Culinária - Almondegas de proteína de soja

    Uma dieta baseada em vegetais além de favorecer a prevenção de diversas doenças, é mais sustentável impactando menos no meio ambiente. Então, que tal começar hoje a descobrir novos sabores.

    IGREDIENTES
    • 2  xícaras de proteína de soja
    • Quanto baste de cheiro-verde e manjericão picados
    • 2 colheres (sopa) de farinha de trigo de preferencia farinha integral
    • 1 Cebola média picada
    • Óleo de soja
    • Sal a gosto
    Molho de tomate:

    Dica Culinária - Molho de tomate D'Itália (Caseiro)

    MODO DE PREPARO


    Em um recipiente misture os ingredientes da massa, molde os bolinhos e frite em óleo quente. Após a fritura, coloque-os sobre folha de papel absorvente. Reserve.
    Aqueça o Molho de tomate, acrescente as almondegas. Servir com:
    • Arroz, fritas e salada. 
    • Puré.
    • Apenas com legumes refogados
    • Ou somente com salada. 


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    Desvendando a acupuntura.



    A técnica oriental vem ganhando cada vez mais adeptos e aliviando muitas dores. Desvende as dúvidas mais comuns sobre o método. Lembre-se sempre de que a prevenção é o melhor remédio. No entanto, como só procuramos o auxílio em face à dor insuportável ou a sintomas evidentes de que algo está errado, muitas vezes o processo já está avançado e o tratamento é prolongado. A acupuntura, como qualquer outra modalidade de tratamento, quando aplicada logo nos primeiros sinais de alteração na saúde, apresenta uma resposta é rápida e eficiente. Listamos 18 dúvidas mais frequentes sobre acupuntura.

    1- O que é acupuntura?

    É um antigo método terapêutico chinês que se baseia na estimulação de determinados pontos do corpo com agulhas, a fim de restaurar e manter a saúde.


    2- Para que serve?
    Visa restabelecer a circulação da energia (Chi) nos canais de energia e dos órgãos e das vísceras e, com isso, levar o corpo a uma harmonia de energia e de matéria.


    3- Quando procurar um acupunturista?
    Sempre, não somente para tratamento de doença, mas como de uma maneira preventiva. Pois é o recurso terapêutico mais conhecido da medicina tradicional chinesa no Ocidente, promovendo o equilíbrio, a harmonização, o fortalecimento dos órgãos e do corpo.

    4- É permitido misturar outros tratamentos com a acupuntura?
    Sim. A acupuntura, dentro da Medicina Tradicional Chinesa, vê o ser humano de uma maneira global. O universo e o ser humano estão submetidos às mesmas influências, sendo partes integrantes do universo com um todo. Nessa visão global de integração Natureza – ser Humano, todas as ciências são coerentes e concordantes entre si, todos os ramos do conhecimento humano partem ou confluem para o saber básico estruturando sobre os princípios da Filosofia Chinesa.

    5- Existem efeitos colaterais da acupuntura?
    Os pacientes sentem-se mais tranquilos com agradável sensação de bem estar e leveza no corpo após uma sessão de acupuntura. Durante a aplicação das agulhas, podem ocorrer em pacientes ansiosos, medrosos ou cansados reações do tipo lipotimia, tontura, náuseas, obscurecimento da visão, suor frio, mãos e pés frios e até desmaios. Nessa eventualidade, deve-se parar de manipular as agulhas ou retirá-las. Após a sessão, pode haver os seguintes sintomas: dor no local da inserção, dor na mobilização muscular, mas que melhoram rapidamente.

    6- Qual a freqüência do tratamento?
    Geralmente uma vez por semana. Depende, sobretudo, da patologia a ser tratada. Algumas patologias podem ter a necessidade diária, como exemplo temos o Acidente Vascular Cerebral (AVC) em fase aguda.


    7- Como a acupuntura age? É somente um analgésico?
    Ela age a nível energético, humoral e neural. Em nível Energético, sobre os ZANG FU (órgãos) e CANAIS DE ENERGIA. Em nível Humoral, com a produção de substâncias, geralmente neuro-hormônios, neuro-transmissores e hormônios, que são secretados no sangue, por ação da acupuntura. Em nível Neural os estímulos que as agulhas desencadeiam nos diferentes receptores nervosos podem explicar os múltiplos efeitos observados, pois o sistema nervoso é específico em relação a via de condução dos estímulos e, conseqüentemente, as respostas também são específicas. Não é somente um analgésico. Tem efeito anti-inflamatório, harmonizador dos órgãos e vísceras, para buscar o equilíbrio. Ativa a circulação de sangue nos membros inferiores e superiores.

    8- Quais as possibilidades de curar e em que casos?
    Por exemplo: uma pessoa com bronquite poderá ficar anos sem ter crise, fazendo sessões semanais. Porém, não podemos dizer que ela está curada e, sim, equilibrada, com seus pulmões tonificados.

    9- Qual a preparação necessária antes e quais os cuidados após uma sessão?

    Não fazer acupuntura:
    • Imediatamente após o ato sexual;
    • Estando o paciente alcoolizado;
    • Após as refeições;
    • Paciente está emocionado (ansioso, nervoso, irritado, etc.);
    • Paciente está cansado;
    • Clima está turbulento (tempestade, trovões, relâmpago);
    • Paciente está com sede ou em jejum;
    • Após susto ou medo, deve-se esperar que o paciente se acalme;
    • Após viagem ou caminhadas; o paciente deve repousar até normalizar a pulsação.
    10- O que não se deve fazer imediatamente após a acupuntura:
    • Ter relações sexuais;
    • Molhar os pontos estimualdos;
    • Tomar bebidas alcoólicas;
    • Irritar-se;
    • Fazer trabalhos pesados;
    • Comer excessivamente;
    • Permanecer faminto ou com sede.
    11- Na gravidez:
    • Não podem ser estimulados os pontos IG-4 (Hegu), BP-6 (Sanyinhiao), F-3 (Taichong), B-60 (Kunlun), B-67 (Zhiyin);
    • No primeiro trimestre de gravidez, não podem ser estimulados os pontos de acupuntura situados na parte inferior do abdome;
    • Com mais de três meses de gravidez, não podem ser estimulados os pontos de acupuntura situados no abdome e cintura;
    • No primeiro e no último mês de gravidez, deve-se evitar a acupuntura.
    12- Em crianças:
    • Não reter as agulhas: fazer a inserção, estimular as agulhas e retirá-las;
    • Não inserir agulhas na cabeça enquanto as fontanelas estiverem abertas.
    13- Dor
    Deve-se suportar a dor em benefício da cura? Dor cura a dor? – NÃO. É importante saber, que como os pontos de Acupuntura são locais de concentração de terminações nervosas, a região dos pontos tende a ser mais sensível, principalmente se o ponto encontra-se em desequilíbrio devido a uma doença. As agulhas são finíssimas e projetadas para abrir espaço na camada superficial da pele sem perfurá-la como acontece com a agulha de uma injeção, por exemplo (nas injeções o calibre da agulha é muito maior, a técnica de aplicação é diferente e além da perfuração há injeção de líquido contendo a medicação, fatores que não ocorrem na Acupuntura). O procedimento não deve causar dor nem incomodo. Obviamente sente-se a leve picada do contato inicial da agulha com a pele mas é uma sensação muito leve e rápida. Após a colocação da agulha o acupunturista manipula a mesma até que esta atinja o ponto de Te Qi, ficando estabilizada no ponto energético. Essa manipulação também não deve doer. Se durante a sessão você sentir dor ou incomodo muito grande, avise o terapeuta para que a agulha seja imediatamente retirada e reposicionada ou simplesmente o ponto não será trabalhado nessa sessão.



    14- Sangramento
    Na retirada da agulha pode haver sangramento. Mas fuja do local se a pessoa que estiver aplicando disser “esse ponto sangra mesmo, é normal”. Não existe um ponto que sangra mais que o outro, ou que sangre sempre. O sangramento pode aparecer em qualquer ponto e é determinado pela condição física ou energética do órgão interno correspondente. Em condições de energia estagnada no local, na retirada da agulha pode sair UMA GOTA de sangue, só isso. Em hipótese alguma o sangue deve ficar escorrendo. Normalmente passa-se o algodão limpo e seco e não sai mais sangue nenhum. O sangramento é uma resposta do corpo ao tratamento, é uma válvula de escape para energias estagnadas ou toxinas existentes no órgão, sendo uma ocorrência positiva, mas nem por isso desejável. Um ponto que sangra requer uma maior atenção por parte do acupunturista no sentido de ampliar sua abordagem a fim de promover o equilíbrio da região afetada.

    15- Hematomas
    Uma sessão normal de acupuntura não deixa hematomas. No entanto, algumas vezes, a despeito do cuidado do acupunturista ao colocar e manipular as agulhas, aparecem hematomas indolores no local do ponto algumas horas depois ou no dia seguinte,os quais são normalmente são absorvidos sem efeitos secundários.

    16- Sensação de choque
    Após a inserção da agulha poderá ocorrer sensação discreta de peso local, choque elétrico, formigamento ou irradiação que são momentâneas, pouco freqüentes e consideradas normais, pois representam a ativação das terminações nervosas. Essa sensação geralmente é intermitente e indica o restabelecimento do fluxo de energia do meridiano. O ponto está como que respondendo ao estímulo provocado pela agulha. Essa resposta também pode manifestar-se na forma de uma leve vermelhidão ao redor do ponto de inserção da agulha.


    Antes e depois do tratamento.
    17- Deixar as agulhas no corpo
    As únicas agulhas que ficam no corpo do paciente são as utilizadas em auriculopuntura, as chamadas agulhas semipermanentes que são fixadas e protegidas por um esparadrapo ou fita microporosa; em acupuntura sistêmica NUNCA deve ocorrer de as agulhas permanecerem no corpo. As agulhas tem uma ordem para ser colocadas e retiradas. Normalmente um blister lacrado vem com 10 agulhas esterilizadas que devem ser aplicadas nos pontos necessários. Um profissional bem treinado sabe que sempre deve contar as agulhas retiradas e proceder com o máximo de atenção e concentração para não expor o paciente a riscos desnecessários. Outro ponto que se deve observar é que, sendo a embalagem estéril, uma vez aberta, caso sejam utilizadas apenas algumas agulhas, todas devem ser descartadas ao final da sessão, pois depois de aberto o pacote as agulhas ficam expostas à ação do meio.

    18- Contra-indicações das agulhas
    Alguns pontos específicos devem ser evitados em gestantes. Pessoas com distúrbios da coagulação ou com imunidade deficiente requerem cuidados especiais: reforçam-se os cuidados com assepsia e evitam-se manipulações vigorosas e desnecessárias da agulha. Não é aconselhável a aplicação de agulhas em: dependentes de drogas, soro-positivos, idosos a partir dos 70 anos (devido à escassez de chi), locais de dor aguda, crianças muito pequenas (abaixo dos sete anos). Para esses pacientes, existem alternativas não invasivas com excelentes resultados.



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