quinta-feira, janeiro 22, 2015

Piscina biológicas alternativa é totalmente natural, saudável e não requer o uso de químicos.

Nada melhor do que mergulhar em uma piscina em um dia de calor, não é mesmo? Nem sempre. A quantidade de agentes químicos e cloro na água pode estragar toda a empolgação de um banho refrescante. Essas substâncias são usadas para eliminar as bactérias e fungos, mas podem ser substituídas por plantas aquáticas.

Trata-se de um sistema de filtragem que utiliza micro-organismos e plantas. Para isso, as chamadas piscinas biológicas são divididas em duas partes: área de natação e área de plantas. A divisão é importante, principalmente, para o banhista não mergulhar entre as plantas, que podem conter insetos e girinos.

Ela também não requer equipamentos elétricos, portanto não existem custos energéticos. Do ponto de vista arquitetônico, as piscinas biológicas ainda têm a vantagem de se integrarem melhor à paisagem.As plantas utilizadas neste tipo de instalação são criadas em viveiros por empresas especializadas. As espécies vão purificar a água sempre que liberarem oxigênio, o que ocorre durante o processo de fotossíntese.Para ter uma piscina deste tipo em casa é preciso contratar os serviços de uma empresa especializada em piscinas biológicas, o que ainda não é muito fácil de encontrar no Brasil. Outra desvantagem é o custo inicial elevado. Em compensação, o investimento para mantê-la é reduzido e o consumidor terá um ambiente totalmente natural e saudável, que não requer o uso de químicos ou cloro.
As plantas são responsáveis por produzirem biomassa, através da fotossíntese, que será consumida pelos micro-organismos. Estes, por sua vez, transformam a matéria orgânica em substâncias inorgânicas (dióxido de carbono, água e sais minerais - nitratos, fosfatos, sulfatos, entre outros) – que são necessárias para o crescimento das plantas e, consequentemente, forma um ciclo de trocas de matéria e energia.
É preciso escavar o terreno (de pelo menos 10x15 metros) onde será instalada e utilizar uma tela impermeável para protegê-la. Essa tela ficará invisível após o término da construção e o aspecto será muito semelhante a um lago artificial.

Horta comunitária exemplo de bairro suíço onde cada morador planta um alimento e compartilha com os demais.



Os moradores da Avenida Crozet, em Genebra, na Suíça, têm o privilégio de poderem colher diariamente alimentos organicos sem precisar comprá-los. Eles simplesmente transformaram seus jardins em verdadeiras hortas comunitárias. A lei é a seguinte: cada um planta um tipo de alimento em seu quintal e depois pode colher outra variedade de alimento dos vizinhos. Assim, os habitantes consomem produtos orgânicos frescos à base de trocas e aumentam o senso de comunidade.


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Como manter uma horta em casa

A ideia surgiu de um antigo conceito criado por Moritz Schreber no século XIX. No ano de 1864, as pessoas começaram a utilizar espaços externos de suas casas para cultivar seus próprios alimentos. Logo, países como Áustria e Suíça aderiram à ideia. Hoje, o bairro da Avenida Crozet é conhecido pela sua enorme horta comunitária e virou modelo de consumo sustentável para todos nós.

Através do Google Maps, é possível ver a estrutura bem organizada criada pelos moradores:

Fonte: Google Maps e hypeness.

Aprenda a fazer uma cisterna e reaproveite a água da chuva.


Cisternas não são itens altamente tecnológicos possui eficiência comprovada de longa data. O sistema simples permite que água da chuva seja capturada e armazenada para o uso posterior. Ele já é bastante comum no nordeste do Brasil e em locais que sofrem com estiagem durante a maior parte do ano. Diante da crise hídrica no sudeste está é uma excelente opção para sobreviver a crise no abastecimento. São Paulo poderá entra em racionamento de cinco dias sem água e apenas dois dias com água na torneira.

O movimento Cisterna Já. Grupo formado por cidadãos 
independentes e preocupados com a preservação dos recursos hídricos, disponibiliza a qualquer pessoa acesso a dicas on-line sobre como produzir uma cisterna simples em casa. O sistema é muito simples e prático. Ao invés de deixar a água da chuva simplesmente ir embora, é possível conectar a cisterna à calha e aproveitar centenas de litros de água. O RECURSO NÃO É POTÁVEL, mas pode ser usado para a limpeza, rega de plantas, descarga, entre outras coisas, permitindo uma gigantesca economia de água.

Veja as dicas do grupo de como é fácil fazer uma cisterna. 





 Fonte: Sempre Sustentável

sábado, janeiro 17, 2015

Sedentário, brasileiro come poucas hortaliças e frutas, aponta IBGE.

O brasileiro come pouca quantidade de hortaliças e frutas, ingere mais alimentos gordurosos do que deveria, tem trocado refeições por lanches rápidos e é sedentário - 46% da população com mais de 18 anos pratica menos de 150 minutos semanais de exercícios, mesmo levando-se em conta atividades de lazer, de trabalho e o deslocamento. O consumo de álcool também preocupa: um em cada quatro consome bebidas alcoólicas uma vez ou mais por semana. A boa notícia é que o tabaco, um dos principais fatores de risco para a saúde, está cada vez menos presente no dia a dia - 15% dos brasileiros com mais de 18 anos relataram fumar ou usar outros derivados de tabaco. Em 2008, esse índice era de 18%. Os dados são da Pesquisa Nacional de Saúde 2013, divulgada nesta quarta-feira, 10, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os pesquisadores levaram em conta como marcador de consumo saudável de alimentos a ingestão diária de 400 gramas de verduras, legumes, frutas e sucos, divididos em cinco porções diárias. O problema é que 62,7% dos brasileiros não seguem a recomendação. Na região Nordeste, a proporção é ainda maior, 71,8%, com destaque para a Paraíba, onde 82% da população ingerem menos de 400 gramas de frutas e hortaliças diariamente.

As regiões Sudeste e Centro-Oeste registram os melhores índices de consumo; 42,8% e 43,9%, respectivamente. Em todas as regiões as mulheres se alimentam com mais frutas e hortaliças do que os homens (39,4% ante 34,8%). No consumo de feijão, outro marcador de alimentação saudável, a situação se inverte - eles comem o grão mais do que elas. A proporção é de 76,8% e 67,6%.

Na outra ponta, estão os marcadores de padrão alimentar não saudável: refrigerantes, leite integral, carnes com gordura aparente ou frango com pele e doces. Os homens lideram o consumo de todos esses produtos, exceto o de doces. 
Em todas as regiões do País, mais da metade dos brasileiros declararam beber leite integral - a média foi de 60,6%.

Quase um quarto dos brasileiros (23,4%) toma refrigerantes ou sucos artificiais em pelo menos cinco dias da semana no ano passado. Entre os homens do Sudeste e da região Centro-Oeste, a proporção ultrapassou 30%. O consumo de carne gordurosa ficou em 37,2% - 47,2% para os homens; 28,3% para as mulheres.

Um em cada cinco brasileiros consumiu bolos, tortas, chocolates, balas e biscoitos em cinco dias ou mais. Entre as mulheres, a ingestão desses produtos foi ligeiramente maior - 22,4% contra 20,9% dos homens.

A substituição de refeições por lanches rápidos é outro hábito constante do brasileiro, principalmente entre os mais jovens das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Na faixa etária entre 18 a 24 anos, sanduíches, salgados e pizzas substituem pelo menos uma das refeições de 17,2% dos moradores de Santa Catarina; 12,9% do Distrito Federal; 11,7% do Rio Grande do Sul, 11,4% de Minas Gerais, e 10% do Rio de Janeiro.

Com as Informações: O Estado de São Paulo.

Código Florestal de SP é atacado por especialistas.

Em meio à pior crise hídrica da história, deputados da base do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), na Assembleia Legislativa tentam aprovar um projeto que, para integrantes do próprio governo, "trará prejuízos irreversíveis à proteção e conservação da água, da fauna e da flora" do Estado.

De autoria do deputado Barros Munhoz (PSDB), líder do governo na Assembleia, e de outros cinco parlamentares governistas, o projeto que regulamenta o Código Florestal de 2012 em São Paulo permite, entre outros pontos, que a compensação ambiental de áreas desmatadas em São Paulo seja feita em outros Estados. O projeto estabelece o Programa de Regularização Ambiental. De acordo com especialistas em ecologia e conservação da biodiversidade, o projeto foi elaborado sem consulta científica.

Segundo o professor da Unicamp e coordenador do programa Biota-Fapesp, Carlos Joly, a proposta é uma aplicação direta do novo Código Florestal, que reduz extremamente as áreas de proteção permanente, além de liberar vegetação exótica para restauração de florestas. "Desse ponto de vista, é um desastre."

Para outros especialistas, São Paulo está próximo de desperdiçar a melhor chance de estabelecer um instrumento legal para reverter a devastação de seus principais biomas, como explica Ricardo Ribeiro Rodrigues, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo. "É um desperdício, uma vez que São Paulo é o Estado que teria melhores condições de fazer uma lei que corrigisse as distorções do Código Florestal", afirma.

Ele critica, por exemplo, a possibilidade de compensação ambiental de áreas desmatadas fora do Estado. "Quem derrubar florestas em São Paulo poderá compensar o desmate em outros lugares. É claro que isso será feito em áreas onde a terra custa menos, como no Nordeste. São Paulo ficará com a degradação - e suas consequências - e outros Estados terão o benefício da compensação."

Água

Para o diretor de Políticas Públicas da SOS Mata Atlântica, Mario Mantovani, o projeto "regulariza o desmatamento, diminui as Áreas de Preservação Permanente (APPs) e as matas ciliares em São Paulo, acentuando a grave situação dos mananciais paulistas", como o Sistema Cantareira. "Além de promover a exportação da reserva Legal, o projeto tira a proteção das margens dos rios paulistas, o que é um contrassenso diante da crise pela qual passamos", afirma. A ONG organizou um protesto nesta terça-feira, 09, na Assembleia para tentar impedir a aprovação do projeto.

Mesmo sem acordo com outros líderes, Barros Munhoz disse que aprovaria ainda ontem a proposta - o que não havia acontecido até as 21h. A proposta não tem consenso nem entre os governistas, e foi rechaçada em e-mail enviado por um assessor da Secretaria do Meio Ambiente a líderes partidários, no dia 3. Ontem, o secretário Rubens Rizek negou, porém, que esta seja a posição oficial da secretaria.

Para Barros Munhoz, a proposta defende pequenos agricultores paulistas. "Esses agricultores precisam dessa regulamentação para não ficarem à mercê de promotores e dos fiscais da Cetesb (Companhia Ambiental de São Paulo), que, graças a Deus, são poucos", afirmou o tucano. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

2014 foi o ano mais quente registrado na história.

A Agência Oceânica e Atmosférica (NOAA), dos Estados Unidos, confirmou nesta sexta-feira, 16, que 2014 foi o ano mais quente desde que as temperaturas globais começaram a ser registradas, em 1880. O recorde anterior, considerando as médias globais de temperatura sobre os oceanos e os continentes, havia sido registrado em 2010.  A Nasa, a agência espacial norte-americana, produziu uma análise independente com base nos mesmos dados e também concluiu que 2014 foi o ano mais quente já registrado, em comparação ao período que vai de 1951 a 1980. Segundo a NOAA, os dez anos mais quentes já registrados desde 1880 ocorreram entre 1998 e 2014, o que fortaleceria a tese de que o aquecimento global é consequência de emissões humanas de gases de efeito estufa. O relatório também indica que as temperaturas médias de dezembro de 2014 foram as mais altas já registradas para o mês no mundo.


As temperaturas globais medidas ao longo de 135 anos indicam, segundo a NOAA, uma tendência de aquecimento global de longo prazo. Desde 1976, as médias anuais de temperatura têm sido maiores do que a média geral do século 20. Em 2014, a temperatura média global sobre os oceanos e continentes foi 0,69°C mais alta do que a média do século 20. A marca, sem precedentes, superou os recordes registrados em 2005 e 2010, quando a temperatura média superou em 0,04°C as médias do século 20. Considerando apenas a superfície dos continentes, a média global em 2014 foi 1°C mais alta do que as médias do século 20 - a quarta mais alta desde 1880. Ao analisar somente a superfície dos oceanos, a temperatura média global em 2014 foi 0,57°C mais alta que as médias do século 20. É a maior marca já atingida, ultrapassando os recordes registrados em 1998 e 2003, que superaram a média do século 20 em 0,05°C.


Segundo a NOAA, com o contínuo aquecimento, os recordes de calor registrados em 1998 agora são ultrapassados a cada quatro ou cinco anos. Alerta. Segundo o secretário-geral da ONG brasileira Observatório do Clima, Carlos Rittl, o recorde de temperatura de 2014 deve ser entendido como mais um alerta para a urgência que as alterações climáticas globais representam. “Esse recorde confirma o que já se sabia: as mudanças climáticas são o maior desafio da humanidade neste século. Não é algo que podemos deixar para depois. Esses dados são um chamado à ação e à responsabilidade, envolvendo todas as nações. É urgente que os países deem uma resposta à altura e cheguem a um acordo robusto e ousado de corte de emissões.”  Segundo Rittl, a tendência de aumento da temperatura não deixa mais espaço para o ceticismo em relação às mudanças climáticas. “A urgência é muito grande e não há mais tempo para dar ouvidos a quem nega o óbvio. A ciência mostra que o problema é grave e tende a piorar. É hora de parar de discutir e começar a agir.” Mais emissões. De acordo com André Nahur, coordenador do Programa de Mudanças Climáticas e Energia do WWF-Brasil, os dados da NOAA e os relatórios do Painel Intergovernamental de Mudança Climática (IPCC) mostram uma curva ascendente das médias de temperatura nos últimos anos. “O aquecimento global é uma realidade que já está confirmada e já interfere no nosso cotidiano. Esses relatórios mostram que a tendência é que a temperatura aumente cada vez mais nos próximos anos.” Segundo ele, “o avanço das emissões e das temperaturas já tem impactos na disponibilidade hídrica, como se tem visto em São Paulo, na produção de alimentos, na biodiversidade e em muitos outros setores”.

Com as informações: Jornal O estado de São Paulo.

quarta-feira, janeiro 14, 2015

Dica Culinária - Veggie Burger

INGREDIENTES

  • 1/2 cebola grande fatiada 
  • 1/2 dente de alho
  • 1 colher (café) de gengibre ralado
  • 100 g de lentilha crua
  • 1/4 de xícara de nozes picadas
  • 1 abobrinha pequena ralada e espremida
  • 1 cenoura pequena
  • 1/2 colher (sopa) de gergelim branco
  • Sal e pimenta-do-reino a gosto
  • Azeite para dourar
MODO DE PREPARO
  • Doure o alho em uma pequena panela com as lâminas de cebola e o gengibre. Em outra panela, cozinhe as lentilhas. Assim que estiverem macias, escorra muito bem e reserve até esfriar. Separe metade das lentilhas e leve com as nozes picadas ao processador. A mistura ficará igual a um purê.
  • Em seguida, adicione o gergelim, as lentilhas inteiras - aquelas que foram separadas no início - mais o refogado de cebola e gengibre, a cenoura e a abobrinha ralada.
  • Adicione também sal e pimenta e misture até que a massa fique homogênea.
  • Molde os hambúrgueres em porções de aproximadamente 200 gramas e leve ao refrigerador.
  • Na hora de servir, grelhe em uma frigideira com uma delicada camada de azeite.
Receita do chef André Cunha Lima, da hamburgueria Joe & Leo's